Final Nacional do Bradan 2011 será em Uberlândia
A cidade de Uberlândia foi escolhida para receber a final Nacional do Bradan em 2011. O Bradan (abreviação para Brasil Breaking Dance) é um campeonato nacional de dança de rua e, em 2011, terá sua terceira edição.
Final Nacional do Bradan 2011 será em Uberlândia
A cidade de Uberlândia foi escolhida para receber a final Nacional do Bradan em 2011. O Bradan (abreviação para Brasil Breaking Dance) é um campeonato nacional de dança de rua e, em 2011, terá sua terceira edição.
MV Bill Causa e Efeito HD Oficial
Mv Bill acaba de lançar o videoclipe das música "Causa e Efeito", faixa título do disco mais recente do rapper. Esse novo trabalho contou com as ilustrações de Alexandre de Maio, que deu vida a cada rima cantanda pelo Mensageiro da Verdade.
21 de novembro de 2012
Expedição CUFA
Enviado por CUFA-MG BASE UBERLÂNDIA - 09:33
O PROJETO EXPEDIÇÃO CUFA é uma ação advinda
de algumas motivações acerca de se estabelecer uma proposta voltada para a
busca e compreensão do cotidiano e as relações sociais de onde se estabelecem
um paralelo entre sociedade e corpo mediante as tendências, valores e padrões.
Através da elaboração e execução de uma proposta voltada para a
promoção, apoio, incentivo e desenvolvimento de atividades, ações e eventos de
cunho esportivo e de lazer aliado a cultura, educação, turismo e empreendedorismo
objetivamos atender à crescente demanda das necessidades de um planejamento de
cunho esportivo, recreativo e de lazer advindos dos anseios e necessidades das
comunidades e escolas destas localidades.
Primou-se ainda por resgatar a “RUA” bem como os espaços urbanos e escolares
ociosos para a prática esportiva, e não somente para a formação de
atletas, mas também voltada para a capacitação e qualificação de Agentes
Comunitários de Esporte e Monitores Sociais Esportivos.
O PROJETO EXPEDIÇÃO
CUFA visou ainda o desenvolvimento de um programa de ações esportivas e sociais
aliadas a cultura por meio da execução de oficinas, palestras, atividades de
intercambio e a realização de jogos entre os beneficiários. Dentro da proposta ainda foi realizada Oficina de Direitos Humanos onde ocorreram
diversas intervenções na Escola Estadual Clarimundo Carneiro, com educandos da
sétima série B. A turma possui 37 alunos, com idade entre 12 e 13 anos, e para a
realização das atividades; foi realizado com a turma uma explanação sobre o
Programa e também sobre a maneira de intervenção na escola, e a oficina
iniciou-se com uma discussão sobre os Direitos Humanos e o Estatuto da Criança
e do Adolescente. O tema desta oficina foi “A vida como direito”, onde foi
apresentado os artigos do ECA e da Declaração Universal dos Direitos Humanos
acerca dos direitos sobre a vida, realizou-se ainda uma roda de bate papo e
ainda trabalhos com pinturas, desenhos e construção de frases acerca do tema.
Como ultima ação do Projeto Expedição realizou-se na E.E CLARIMUNDO
CARNEIRO o “QUE ME OUVIR DA O PAPO” um ciclo de palestras voltado para provocar
um dialogo entre os educandos da escola com palestrantes de diversas áreas
sociais com o intuito de fazer com que estes reflitam, pensem e intervenham na
sua realidade. Tal atividade será adotada pela direção da escola dentro da
programação da mesma bimestralmente.
Este ciclo de diálogos do “QUE ME OUVIR DA
O PAPO” vem no sentido de oportunizar palestras com informações sobre
cidadania, prevenção, solidariedade, violência sexual e domestica, protagonismo
juvenil, educação, saúde, esporte, cultura entre outras temáticas do cotidiano.
Neste primeiro ciclo de palestras contamos
com a participação de personalidades como a Professora Ana Paula Carvalho – diretora
de teatro, atriz, produtora e gestora cultural, a Professora Suzi Feoli –
diretora de teatro, produtora, atriz e gestora cultural, o senhor Paulo
Eduardo, Jornalista e diretor de Jornalismo da TV Integração e ainda o Senhor
Cleiton Rocha – Produtor, Gestor, Empreendedor Social e Coordenador Geral da
CUFA Udia .
12 de novembro de 2012
Embaixadores do Esporte
Enviado por CUFA-MG BASE UBERLÂNDIA - 18:33
Realizou-se
neste final de semana o evento Embaixadores
do Esporte em Uberlândia/MG. Este é uma iniciativa do Banco do Brasil e da Secretaria Municipal Antidrogas e de Defesa Social. O mesmo, contou
com o apoio do Praia Clube, Banana Boat, da
Instituição Cristã de Assistência Social
de Uberlândia- ICASU, e da CUFA- Central
única das Favelas.
Criado em 2003, o projeto conta com a participação de
atletas/ex-atletas de vôlei. Na
oportunidade, estiveram em Uberlândia os ex-atletas medalhistas olímpicos: Maurício Lima, Marcelo Negrão e Sandra
Pires.
Vistas Sociais:
Uma
equipe de realizadores e apoiadores do evento, acompanharam os ex-atletas
olímpicos dia 09/11/2012 sexta-feira, para um bate papo com 120
alunos das Escolas Municipais: Professor
Jacy de Assis e Gláucia Santos Monteiro, todas elas situadas nas periferias da cidade e para 100 alunos da ICASU.
O
objetivo das visitas sociais é alertar os jovens sobre os riscos do uso e abuso
de álcool e outras drogas, bem como fomentar a prática saudável de esporte. A Central Ùnica das Favelas de Uberlândia, é parceira da Secretaria Antidrogas no projeto Caravana Antidrogas.
Esquenta:
Mais de 500 pessoascompareceram no ginásio G2 para acompanhar as diversas atrações do dia. As atletas das equipes de base do Banana Boat/Praia Clube, realizaram uma partida de exibição para o público presente. Logo após, os alunos de dança de Rua da Central única das Favelas realizou uma apresentação impecável.
O JOGO:
Após
o Hino Nacional, os ex-atletas olímpicos interaram seu time com duas atletas de
base do Banana Boat. O Banana Boat foi composto também por Ex-atletas do Praia
Clube. A
partida terminou com o placar de 20 a 25 para os Embaixadores do Esporte.
A Central única das Favelas de Uberlândia, agradece a parceria com a Secretaria Municipal Antidrogas de Defesa Social e parabeniza todos os parceiros por esta iniciativa.
24 de outubro de 2012
19 de setembro de 2012
CUFA lança projeto COMUNIDADE SEGURA
Enviado por CUFA-MG BASE UBERLÂNDIA - 08:36
CUFA lança projeto COMUNIDADE SEGURA
Comunidade Segura
e a Política Social D& Marketing Comercial
Há seis meses uma coincidência invadia a CUFA, durante a apresentação do “Falcão”, documentário criado e dirigido pelo MvBill e por mim que mostra a vida dos jovens envolvidos com o tráfico nas favelas brasileiras, assistíamos na nossa sede na companhia de crianças de uma escola pública da comunidade, as escolas sempre nos procuram para debater e orientar a meninada.
No decorrer do vídeo, mais uma vez, me deparei com a cena de um jovem sendo enterrado por sua família.
Apesar de a morte ter ocorrido durante mais um dos “confrontos insanos”, o enterro não foi financiado pelos seus chefes por alguma razão. Sua família, como quase todas as outras, recorreu à boa vontade e solidariedade dos vizinhos e amigos para enterrar com dignidade seu ente querido.
A história se repetia como muitas outras vezes, a coincidência surgiu quando um colaborador da CUFA interrompeu a sessão e disse que uma moradora estava a minha procura e o seu pedido era exatamente o que acabávamos de ver no documentário; ela recorria à CUFA para fazer uma última homenagem a seu sobrinho, um sepultamento simples, porém digno, esse não tinha nenhuma ligação com o tráfico, morreu praticando esporte, bateu a cabeça num ferro que era na verdade uma trave improvisada, uma cruel fatalidade, percebi ai que mesmo as mortes sendo diferentes, as necessidades eram exatamente as mesmas, independente da existência de parentesco!
Lembro bem que na época das gravações do Falcão, uma das coisas que eu pensava era sugerir aos governos um programa de seguro de vida e acidente para os moradores de favelas, uma espécie de Bolsa família para utilização somente nesses momentos difíceis onde não se tem a quem recorrer, com objetivo de proporcionar um momento mais digno em uma hora tão difícil!
Porém, no caso do Bolsa Família oferecido pelo Governo, mesmo o programa atendendo muitas das necessidades, quando essas pessoas são atingidas por uma fatalidade, até onde sei, elas não tem nenhum tipo de amparo, nenhum programa que as mantém com alimentação, remédios, ou um apoio financeiro para aluguel e as necessidades básicas como água e luz, por exemplo.
Na época eu pensava que deveriam pensar num seguro não só para as pessoas, mas para o próprio programa, desde que fosse algo viável, legal e seguro. Bem, razões para pensar em seguro para essas pessoas não faltam, mas posso citar uma das principais razões: Nas favelas, ou comunidades, a tensão é muito maior e todos estão diariamente expostos à morte ou invalidez permanente, seja por guerra entre o tráfico, do tráfico contra policia, milícias, ou mesmo pelas irregularidades dos terrenos, isso citando somente alguns dos problemas, se não vamos falar das centenas de mortes no verão por conseqüência das chuvas e deslizamentos e tantos outros problemas que são enfrentados diariamente. Concordo que parte desses problemas não são exclusivos das favelas, mas não devemos esquecer que esses territórios são historicamente abandonados, apesar de seus moradores pagarem igualmente todos os impostos ao adquirirem qualquer bem em qualquer estabelecimento comercial ou cultural nas cidades.
É certo também que apesar de parte da sociedade, achar que essas vidas “valem menos”, ledo engano, o valor é o mesmo, trata-se de vidas independente da situação que se encontram; Mas o desprezo à vida não é o meu foco nesse momento, pelo contrário, a valorização dela é o que esta em questão aqui.
Esse seguro seria uma forma da família ter um respaldo nesses momentos tão difíceis e assim não precisar recorrer a “lideranças” das favelas, que nessas ocasiões são os departamentos locais que dispõe de recursos para sanar parte da dor e amparar com o mínimo de dignidade. Isso quando não são levados a contar com eles para alimentar os sombrios meses que virão.
Infelizmente sabemos que ninguém se prepara para o pior, então quando ele chega, de fato, somos pegos desprevenidos e essa cultura não é um “privilégio” só de quem mora nas favelas, porém, como meu foco social são as favelas e seu desenvolvimento, é da sua segurança aqui que desejo falar.
O fato é, tudo que eu disse até aqui continua latente, mesmo as classes C,D e E serem hoje referência de consumo e de acesso, um seguro de vida ainda é uma realidade muito distante, ou pelo menos ERA até agora! Pensando em todas essas informações resolvi fazer uma pesquisa através da Liga dos Empreendedores Comunitários da CUFA, a princípio só na Cidade de Deus, Complexo do Alemão e Rocinha. Minha intenção era saber quem já possuía seguro de vida.
Foram abordadas cerca de 1.500 pessoas, e como já imaginava, menos de 1% dessas pessoas tinham um seguro, além disso, também pudemos apurar que todas as outras, sequer sabiam, o que era necessário para se ter um seguro. Entre os entrevistados 91% disseram que SIM, gostariam de ter um seguro, mas desde que esse não comprometesse seus orçamentos.
Munido dessas informações comecei minha busca, esbocei um projeto e visitei uma empresa, que me recebeu muito bem, me encaminharam para o Departamento de política de relacionamento comunitário.
A resposta foi a seguinte: “Adoraríamos participar de um projeto onde o foco é a segurança das pessoas, principalmente com a CUFA, pois admiramos e sabemos a relevância do trabalho desenvolvido por vocês. Me deu parabéns e disse que Infelizmente a empresa não estava preparada para esse tipo de investimento!”.
Como nada, nunca foi fácil, essa negativa seria a primeira, e eu não poderia esmorecer, sempre acreditei e acredito em tudo que faço, e parti para mais uma investida, desta vez um grande supermercado.
No supermercado me encaminharam ao diretor de Marketing, ele foi muito solícito, adorou o projeto e disse que, de fato, seria um sucesso de marketing, mas disse que infelizmente não tinha disponíveis recursos para investir nas favelas, mesmo entendendo que o consumo nas favelas hoje seja responsável por uma fatia generosa na economia do Rio.
Comecei a achar que o problema estava comigo, que eu precisava de dados, liguei para o Data Popular , mais importante Instituto de Pesquisa do País no que diz respeito as classes C,D e E e colhi várias informações para ajudar no processo de convencimento. Vocês sabiam que hoje as favelas no Rio consomem 13 Bilhões por ano?! Isso mesmo, 13 BILHÕES, segundo o instituto Data Popular. Alias , é o instituto que convidaremos para acompanhar e medir o impacto desse projeto na vida das pessoas que vão recebê-lo e no comercio das favelas que serão parceiros.
Tive então minha segunda negativa, agradeci a atenção e parti em busca de outra empresa, essa me recebeu e encaminhou ao departamento de projetos sociais, no primeiro momento fiquei muito entusiasmado e pensei: Pronto encontrei o que precisava!
A responsável pelo departamento disse que minha idéia era tudo que ela queria, e que levaria a pauta para reunião de diretoria, e assim que possível me retornaria. E ela retornou com o seguinte: “Celso, o projeto foi muito bem avaliado, porém foi vetado pelo departamento comercial-Financeiro, acusaram meu departamento dizendo que só pensamos em gastar e que, somente eles, têm responsabilidade social, pois são as vendas que viabilizam a existência da Companhia, boa sorte na sua caminhada, o projeto é lindo e humano.”
Entendi seu desabafo, agradeci, agora eu sabia que o comercial era o meu foco central !.
Voltei na primeira empresa por mim visitada, já com novos dados e levando até um assessor do “asfalto” para impressioná-los, fomos recebidos pelo comercial, que aprovou de imediato, mas disseram que o ideal seria procurar a Presidente Dilma, que muitos projetos do governo são importantes, mas esquecem da segurança das pessoas, que a Dilma e o Governador Sergio Cabral que precisavam olhar para essa direção, não as empresas privadas.
Disseram ainda que o problema, na sua empresa, é a dificuldade de conseguir atingir a plena comunicação entre os departamentos, que na verdade fingem uma convivência pacífica!
Senti um pouco de deboche, mas como era o mesmo discurso da senhora do social da empresa anterior, me comportei como um lorde, segurei minha onda, e como esse mundo dos negócios não é a minha praia, vai ver eles tinham razão mesmo, espero que eles se entendam.
Alguém já me viu desistir de alguma coisa que acredito? Pensei, vou chamar a Nega Gizza , o Bill e vamos nós mesmos fazer um teste, já que essa visão se consolidou na CDD “Cidade de Deus”.
Surgia então o projeto “Cufa, COMUNIDADE SEGURA”
Como expliquei, superficialmente, no começo desse texto, o projeto surgiu a partir da necessidade latente em resguardar essa camada da sociedade que, de fato, precisa de maior seguridade social. Considerando o desejo de possuir um seguro de vida, conforme me mostravam os números, eu precisava colocar a idéia em pratica!
Fazer um seguro de vida ainda é um pensamento muito distante para essas pessoas, mesmo que micro, tanto que as corretoras e bancos resistem em arriscar um investimento se quer razoável, só fazem de maneira tímida, já que esse público ainda não mostra nenhum dado concreto a esse respeito, até que eles descubram que a favela não precisa de interlocução, ela já é protagonista das suas inspirações.
Meu próximo passo seria entender, buscar informações sobre seguro, e se houvesse viabilidade eu levaria aquele rascunho adiante.
Busquei no mercado pessoas com conhecimento em seguro e que pudessem me assessorar, e encontrei os papas do assunto, Carlos Ruy e Jose Rodolpho Busch, seguimos em frente e os próximos passos seriam fechar os números , uma corretora e uma seguradora, e meu papel com o Bill seria convencer os comerciantes das favelas a entrarem no projeto.
Depois de muitos exercícios matemáticos chegamos a uma única conclusão: Um seguro individual seria impossível fazer no valor que eu sonhava, R$ 0,35 por mês. A idéia era evitar que os moradores pagassem, pois cobrar esse valor mensal seria mais caro do que receber, então a solução foi a parceria, a titulo de teste de viabilidade com o comercio das favelas, pois eles viabilizariam esses seguros, em contra partida seria a priorização, por parte dos assegurados, desses estabelecimentos para efetuar suas compras. Não foi difícil convencê-los, graças inclusive ao momento que vivem os comerciantes nesses lugares.
Partimos então para a seguradora, já na primeira reunião com o acionista ele disse: “Respeito a CUFA e amei o projeto, não consigo fazer a esse preço, mas vamos fechar a R$ 0,50 por mês ( R$ 6,00 por ano). Vou participar do projeto piloto por muitas razões Celso, inclusive porque é um bom negócio para minha empresa, e faço questão que não faça referência ao nosso nome, pois o que me anima nessa operação é participar de um projeto de valorização da vida, isso é o que faz a diferença, ter lucro fazendo o bem as pessoas. Conte comigo!“
Martelo batido, agora o projeto tinha o dinheiro, a seguradora e resolvi que a própria CUFA criaria uma corretora.
A próxima reunião foi com a seguradora, CUFA e com os comerciantes parceiros e ficou acordado o seguinte:
Teste com 50 mil pessoas, distribuídas em:
Rio de Janeiro
Cidade de Deus
Complexo do Alemão
Rocinha
São Paulo
Paraisópolis
Capão Redondo
Porto Alegre
Restinga
Fortaleza
Lagamar
Brasília
Cinelândia
Mato Grosso
Osmar Cabral
A apólice será no valor de R$ 12.000,00 doze mil reais, dividido da seguinte forma:
- R$ 5.000,00 por Morte Acidental;
- R$ 5.000,00 por Invalidez Permanente por Acidente;
- R$ 1.000,00 para Auxilio Alimentação na falta do mantenedor em caso de acidente;
- R$1.000,00 para Auxilio Funeral (Morte Qualquer Causa).
Diga-se de passagem, muito menos que um “baseado” ou uma garrafa de cerveja, comparando-se a 1 ano de seguro com proteção 24h por dia.
O seguro será exatamente como qualquer outro seguro de vida, cobre morte, invalidez total ou parcial permanente entre outros.
Vamos começar a fase de testes e beneficiar a população, pelo menos num primeiro momento com o custo viabilizado pelo comercio local, depois desse piloto vamos lançar um projetão chamado PSD&MC, claro ele vai precisar se mostrar viável.
Política Social & Marketing Comercial.
O PS&MC é mais do que uma resposta aos departamentos das empresas que visitei, e as tentativas mal sucedidas dos micro seguros, é sobre tudo uma sugestões de ações integradas, consiste em parcerias socialmente inteligentes!!
Pensando num exercício prático, uma empresa X entra com o valor de R$ 6,00/ano, por pessoa, ou R$ 0,50 por mês, e se for agressivo, pode-se pensar numa apólice para um milhão de pessoas, que custaria 6 milhões, parece muito não é?!
Sabemos que o valor é muito mais baixo do que muitas campanhas singelas, e essa empresa viabilizaria a “segurança” de um milhão de pessoas que e seriam suas companheiras nos 365 dias do ano, e num caso de sinistro, é com essa empresa, representada pela seguradora que essas pessoas vão contar. Com certeza algo SOCIALMENTE jamais visto.
Seguindo essa lógica, para essas pessoas renovarem seus seguros, basta apresentar ao estipulante, a CUFA, uma quantidade de cupons de produtos dessa empresa adquiridos durante todo o ano, ou seja, será um único investimento, e a fidelização e manutenção da relação se dará no processo de construção da relação entre os moradores e a empresa, claro que com isso essa empresa além de só investir uma única vez, vai aumentar as vendas consideravelmente, tornando o projeto viável e sustentável COMERCIALMENTE .
Se pensarmos em MARKETING, esse número tende a crescer, e nenhuma empresa concorrente teria um mailing list tão volumoso e fiel. E mais, quando o cidadão se deparar com duvida em adquirir um seguro de vida para a família ou comprar determinados produtos, a duvida terminará ao saber que com o produto da empresa parceira ele terá as duas coisas ao mesmo tempo. Consolidando assim uma POLITICA de relacionamento da empresa internamente entre os setores e externamente com uma política de fidelização dos seus consumidores.
Mas existem ainda outras formas de acessar o projeto, como por exemplo, parcerias com universidades quando cada aluno tem a opção de fazer um seguro de R$ 0,90 por mês, ou seja, R$ 10.80 por ano, diluído nos seus carnês que em geral passa de R$ 300,00 mês. E nesse seguro de vida ele além de fazer um seguro pessoal nas mesmas condições acima, terá oportunidade de financiar um seguro para um morador de alguma comunidade da sua cidade.
Sendo que os outros R$ 0,10 será a contra partida do outro parceiro, a universidade.
Na pratica o PSD&MC, trata-se de um quadrilátero onde unimos as pontas de uma empresa com seus 4, principais, pilares Comercial, Político, Social e Marketing.
Todas as empresas têm como objetivo vender seus produtos, para tal é feito um trabalho de marketing e com essas campanhas de MKT se atingi o objetivo comercial, venda do produto em questão; O lado social as empresas empregam em alguns projetos, que quase nunca está ligado ao seu produto.
Mas e o Governos e o Legislativo com isso?!?
O Estado, além de promover a política de segurança pública, pode participar mais ativamente desse projeto, nada impede que a Dilma, Sergio Cabral ou mesmo o Parlamento percam a chance de estar mais atentos sobre o anseio dessas pessoas.
Hoje existe por exemplo um debate sobre o destino das emendas parlamentares, se um único parlamentar federal por estado, que tenha compromisso com essa população fizesse uma parceria com esse projeto usando parte dos seus 14 milhões para ser destinados a projetos sociais como esse, imagina a revolução?!
Assim o discurso de que todos querem favelas mais seguras se transformaria em algo concreto, pelo menos até termos uma política de habitação que faça das favelas coisa do passado!
Pronto!! consegui colocar no papel um pensamento, o PSD&MC, fechando o quadrado onde 25% de cada pilar que constitui uma empresa beneficiam a sociedade atingi um numero significativo de pessoas e vende seu produto!
Claro que se eu fosse formado em economia periférica com especialização em Harvad , esse texto seria melhor escrito, como viraria artigo de grandes veículos, mas o importante aqui é o compromisso de criar uma “Comunidade Segura “, e fazer nascer também a sua oportunidade de construir a maior intervenção de segurança Social que se tem noticia.
“Tamu” Junto e assegurado!
Lançamento do Comunidade Segura:
Rio de Janeiro
29 - Setembro - Cidade de Deus
30 - Setembro - Complexo do Alemão
30 - Setembro – Rocinha
São Paulo
13 - Outubro – Paraisópolis
14 - Outubro – Capão Redondo
Porto Alegre
20 - de outubro - Restinga
Fortaleza
21 - Outubro - Lagamar
Distrito Federal
27 - Outubro Ceilândia
Mato Grosso
24 – Outubro – Osmar Cabral
Para mais informações ou para se inscrever acesse nossas redes sociais!
Twitter – @ComuSegura
Facebook – https://www.facebook.com/pages/CUFA-Comunidade-Segura/450811938290185
Site – WWW.cufa.org.br
Celso Athayde
É Secretario geral da Central Única das Favelas
Rio de Janeiro
19-09-2012Mais informações:
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Twitter: @ComuSegura
23 de agosto de 2012
CAPOTÃO - Sub 16
Enviado por CUFA-MG BASE UBERLÂNDIA - 14:06
A CUFA MG - base Uberlândia, em parceria com a MAIS UNIDOS - Associação de Moradores do Distrito de Cruzeiro dos Peixotos e a UFU, com apoio da TV Integração vem realizar o I TORNEIO CAPOTÃO DE FUTEBOL SUB-16.
Onde o Torneio que se iniciará neste sabado (25/08) no poliesportivo do Distrito de Cruzeiro dos Peixotos em Uberlândia, visa promover um evento de sociabilização e integração esportiva entre garotos com idade inferior a 16 para que os mesmos possam driblar as dificuldades cotidianas bem como correr atrás de sonhos e perspectivas de transformação social.
Mais do uma competição o evento visa estabelecer um calendário voltado para estes adolescentes os quais não tem muitas oportunidades de vivenciarem o espírito olímpico que cercea tais competições e torneios esportivos. O ideal olímpico para muitos pode não significar nada mas para quem experimenta pode ser o primeiro passo rumo a superação dos seus próprios limites para vencer seus desafios pessoais e coletivos.
Com esta filosofia buscamos inspiração no passado para darmos um capote na desesperança e jogar ao chão o preconceito lançando ao alto a bola da esperança mediante aos desafios da corda bamba da vida.
Buscamos inspiração naquele moleque peralta, sapeca, atrevido de outrora que surge do nada e traz recordações de um passado recente onde a preocupação era brincar e divertir sem preocupações pois este moleque sempre teve soluções inteligentes e maduras para resolver seus problemas ainda mais para escapar do cinto da mão da sua mãe. Moleque este que sempre vem pegar e dar a mão ao adulto desesperado que não sabe o que fazer e neste espírito surge o CAPOTÃO para trazer a tona este moleque que enfrenta seus desafios e nem se espanta sem perder sua alegria e sua infância.
por: CUFA MG Udia.
22 de agosto de 2012
AGITA GALERA E 07 SETEMBRO NO CLARIMUNDO
Enviado por CUFA-MG BASE UBERLÂNDIA - 08:14
Educandos da E.E. Clarimundo Carneiro afinam seus instrumentos e acertam o ritmo para a caminhada do AGITA GALERA e o desfile de 07 de Setembro. A CUFA MG Udia em parceria com a Escola e a UFU vem realizando oficinas esportivas e atividades culturais visando resgatar uma das maiores tradições da escola que é a sua Fanfarra.
Alunos Fanfarra-CUFA
A instituição ainda conta com uma belíssima fanfarra a qual sempre se destacou pela sua sonoridade, elegância e imponência tendo ganhado vários prêmios e concursos, e mediante o seu retorno vem emocionando a todos principalmente aqueles que moram no entorno da escola e envolvendo seus participantes em diversas ações.
Os estudantes ao longo desse tempo vem participando de diversas atividades como visitas aos campus da UFU, visitas a ACRAAAC bem como participando de eventos em geral, agora o desafio do integrantes da fanfarra é afinar os instrumentos e acerta o ritmo para fazer bonito no desfile de 07 de setembro. Antes do tão esperado dia toda a comunidade escolar realizará algumas atividades na ultima semana de agosto dentro do AGITA GALERA e no dia 29 de agosto todos professores, diretores e educandos irão realizar uma caminhada pelas ruas do bairro e a fanfarra estará dando ritmo e sonoridade e esta trata-se de uma ação.
O AGITA GALERA é um programa voltado para discutir a importância da prática da atividade física para a saúde e realizar atividades “agitadas” na escola. Por isso vamos envolver a família, os amigos, a escola a comunidade. Pois este é o dia da comunidade e do escolar ativo.
A Escola irá envolver os alunos, professores, pais, familiares bem como toda a comunidade para juntos celebrar o MOVIMENTO, A AÇÃO, A SAÚDE e despertar àqueles que ainda não praticam Atividade Física.
Esta trata-se de uma ação a qual será realizada em todo o estado com a participação dos estabelecimentos de ensino das redes estadual, municipal e particular.
No site é possível encontrar A ficha de cadastro, o Manual Agita Galera 2012 e o Formulário de Avaliação 2012. Acesse: www.esportes.mg.gov.br .
16 de agosto de 2012
CAPOTÃO
Enviado por CUFA-MG BASE UBERLÂNDIA - 12:54
A CUFA MG Udia vem dar um capote na desesperança e jogar ao chão o preconceito para não deixar cair o capotão de couro. Pois todo menino é um rei quando lança ao alto sua bola de meia ou arremessa na casinha de terra a sua bola de gude. Quantas vezes o adulto ao sofrer um baque ou balançar na corda bamba da vida, lá vem aquele peralta, sapeca, atrevido.
De onde vem esta criatura que surge do nada e me faz ter recordações de um passado recente onde a preocupação era brincar e divertir sem preocupar com esquema tático ou ter habilidade. Onde o magrelo, o gordão, o tampinha, o vara de bambu, o reizinho e o perna de pau eram os amigos da turma da rua e todos jogávamos s juntos.
Sempre havia as brigas, mas era por causa desse objeto que possui quatro elementos: a cobertura, os gomos, o forro e a câmara. Quem tinha uma de leite brincava, mas ficava de fora às vezes, porém quem tinha a de CAPOTÃO nunca ficava de fora do jogo. Era o objeto e o sonho de criança de quem hoje já passou dos 40 anos.
Capotão significa um tempo feliz da minha e da sua infância onde quem tinha uma Bola de Capotão (bola de couro, com uma câmara de ar) era titular absoluto, sem nem ao menos saber chutá-la.
Quando alguém ganhava um Capotão era o Rei intocável quando saia na rua com a bola presa no braço ninguém se atrevia a contrariar o dono da rua. Porque era a estréia da Bola de Capotão, para todo mundo aquela Bola de Capotão zerada era como se estivéssemos noutro mundo.
Bola de Capotão é uma palavra que tem 13 letras, 6 vogais (o, a, e, a, o, o) e 6 consoantes (b, l, d, c, p, t), e no jogo do contrario pode ficar assim OÂTOPAC ED ALOB. Bola de Capotão é um par ou impar entre o dono da bola e mais, o uniforme era um time sem camisa e outro de camisa, o jogo virava dez(10) e terminava em vinte(20). Quando era clássico contra o time da rua de cima ou da rua de baixo podia durar o ano inteiro. Mas o que significa a Bola de Capotão para você?
6 de agosto de 2012
Enviado por CUFA-MG BASE UBERLÂNDIA - 10:01
Atividades da CUFA-MG base Udia dentro do PROJETO EXPEDIÇÃO CUFA - Intervenção Esportiva realizado na E.E. Clarimundo Carneiro. Video foto produzido pelas graduandas do curso de jornalismo da UFU.
3 de agosto de 2012
Obrigado Seu Chico.
Enviado por CUFA-MG BASE UBERLÂNDIA - 10:59
2 de agosto de 2012
A família CUFA apresenta condolências ao nosso presidente e a todos os familiares.
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Cada favelado que veste a camiseta da Cufa encampa uma revolução pessoal, uma conjunto de transformações que transcende qualquer imaginário de vitória descrita em livros políticos, mudamos a história que nos cerca. Somos ensinados todos os dias que cada palavra que dada com amor é um presente e precisamos devolvê-los a altura.
Nosso Presidente, Francisco José Pereira de Lima, Preto Zeze, um pouco antes de uma viagem internacional, nos confessou ter orgulho em mostrar para seu filho, que um lavador de carros do Ceará poderia atravessar os portões da ONU, o que Preto Zeze não sabia é que essa mensagem também retumbava em outros corações, entre estes estava o peito do seu pai, Francisco Alves Lima, mais conhecido como Seu Chico.
Ele viu o filho se reunir com presidentes, ministros, governadores, órgãos internacionais, viu o filho cuidar da família, aparecer na televisão como líder de uma das organizações mais importantes do Brasil, viu o filho não desistir do irmão, viu o seu menino fazer a diferença.
Ele realizou o sonho de todo pai, se viu através dos olhos do filho e deixou que seu filho se visse através dos seus e nessa troca de olhares ele pode ver que seu filho virou homem, viu que deu ao mundo alguém capaz de mudar histórias e vidas. Hoje Seu Chico partiu, como fez a vida toda ele lutou, lutou muito e depois de um tempo viu que a luta da matéria precisava cessar, tinha que começar um novo caminho de luz e luta e o assim fez.
Nosso Presidente não perde o pai, mas ganha um protetor, alguém que com sabedoria vai olhar os passos desse homem que lidera nossos sonhos.
Seu Chico a Cufa Nacional não somente lhe presta homenagem pela vida, mas lhe agradece pelo presente, um dos pensadores mais brilhantes que a favela já teve o prazer de abrigar e se hoje ele é o que é, com certeza tem muito do Seu Chico.
Uma boa passagem o obrigado.
É com pesar que comunicamos o falecimento do Sr. Francisco Alves de Lima, 66 anos, pai do Presidente Nacional da CUFA, Preto Zezé, na manhã de hoje.
A família CUFA apresenta condolências ao nosso presidente e a todos os familiares.
18 de julho de 2012
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